Realmente não sei em qual estado residem. Pois não estamos em SC, e sim no Paraná. É óbvio que a falta de gestão ocasionou a quebra do estado e dos investimentos em quase todo os municípios. Inclusive o estudo de impacto ambiental para a nova estrada, o governo estadual não tem verba. Imagine para a construção! Com certeza sabemos que "papai noel" não existe e que ninguém que tenha interesse, possam construir algo em benefício da população. Mesmo que estes, sejam os cidadãos, eleitores que em sua grande maioria, juntamente com o atual gestor municipal e muitos dos atuais vereadores, são aliados do atual governador. E muitas das entidades, também o são! Assim pergunto, se a 50 anos, desde 1949 se ouve falar de benefícios pró estrada, que na verdade era uma obrigação de fazer. Ainda continuaremos a acreditar em "papai noel" ? Ou sugere que a população acredite novamente em fábulas e contos em época de eleições! Somos sim a favor de uma Pontal mais desenvolvida a começar pelo bom senso. Nunca se inicia algo pelo fim, pois aqui em Pontal uma grande maioria trabalha ou entende de obras e construção. Então pergunto, por onde se inicia uma obra? Pela fundação, tem que ter projeto e licença de todos os órgãos públicos, sim ou não? Ninguém começa pelo fim, e como se trata de um imenso corredor, quem em sã consciência inicia uma obra num terreno, pelo último lote do terreno? Oras, isto é raciocínio lógico. E todos os órgãos governamentais tem que autorizar, não pode ter problemas judiciais em relação nem ao projeto da obra. Sim ou não? Então somos sensatos, e utilizamos do bom senso e da inteligência do cidadão e do povo pontalense que sabe muito bem discernir isto. Que não existe "papai noel" e que toda obra se inicia pelos fundamentos básicos.
Quem não conhece as famosas butucas (ou mutucas). Ela é popular no litoral, notadamente em Pontal do Paraná e, tenho por certo, que poucos não foram ‘picados’ ou ‘atormentados’ por elas. Mas, como sempre tem gente nova chegando no litoral, vale uma rápida alusão ao pequeno inseto alado, pouco maior que uma mosca doméstica, apreciador de sangue fresco, especialmente o humano, que obtém com uma ferroada ardida, doída que nem um beliscão. Isso sem considerar os efeitos imediatos: coceira intermitente, vermelhão e inchaço no local da picada. Aparecem no início de setembro. Intensamente, em outubro e novembro e desaparecem, misteriosamente, em meados dezembro. Primeiro as pequenas atacam no alto da cabeça, depois as maiores, de diversas espécies. Sugam os mamíferos, raramente as aves. Os machos alimentam-se de néctar e pólen das flores e as fêmeas de sangue, pois após a copula precisam de proteína animal para maturar os ovos. Com a primavera antecipada estão chegando ...
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