O Brasil chegou a um ponto crítico. Não se trata mais de divergência política, mas de sobrevivência institucional. Desmandos sucessivos, crimes financeiros escancarados, ilegalidades judiciais e o atropelo sistemático da Constituição revelam um sistema que já não serve à nação, mas a si próprio. Quando a lei deixa de ser limite e passa a ser instrumento de poder, o cidadão vira alvo, não protegido.
O roubo contra aposentados do INSS, escândalos financeiros como o do Banco Master e decisões judiciais que ignoram garantias básicas não são episódios isolados. São sintomas de um mesmo corpo doente. Um Estado que falha em proteger os mais vulneráveis, mas é ágil em punir seletivamente, rompe o contrato social. E quando o contrato é rompido de cima para baixo, a reação de baixo para cima se torna legítima.
Outros povos entenderam isso. Na Bulgária, a pressão popular levou à renúncia do primeiro-ministro. No Nepal, a mobilização forçou correções profundas. Em Madagascar e no Timor-Leste, a reação social foi decisiva para conter abusos e reorganizar o poder. Nenhum desses países esperou que o sistema se consertasse sozinho. A mudança veio da sociedade consciente e ativa.
O alerta é claro: a inércia custa caro. Silêncio diante da injustiça é autorização tácita para o abuso. O Brasil precisa reagir, dentro da lei, mas com firmeza, coragem e consciência. Direitos não são concedidos por sistemas corrompidos; são defendidos por povos que se recusam a ser esmagados.
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