Já passou da hora de municipalizar a rodovia que corta o município de Pontal do Paraná, a PR412 e transformar em avenida, pois já é uma grande e única avenida comercial de nossa cidade, isto impediria dos ônibus interurbanos atravessarem o município pois as concessões do DER permitem deslocamento entre municípios e não dentro do município, mas como se trata de uma rodovia de responsabilidade do estado, está legalizado. Mais uma das coisas legais mas imorais. Estes ônibus são sucateados e muito antigos, os usuários destas linhas são moradores que utilizam diariamente para trabalharem e resolverem coisas em Paranaguá. É necessário construir uma rodoviária em praia de leste para fazer estas conexões. Todos os ônibus interurbanos centralizam ali como todo município paranaense faz, ou qualquer outro município brasileiro. Isto evita evasões de divisas dos moradores gastarem moeda circulante no comércio local e circular em Paranaguá. Isto durante o ano todo, doze meses isto ocorre. Só existe este tipo de coisa aqui em Pontal. O município precisa crescer e se desenvolver, durante todo o ano e não depender tão somente de temporada. Os moradores precisam de transporte urbano e interurbano de qualidade. Aqui parece que tudo que sobra dos outros lugares vem parar aqui, ônibus velhos, sucateados sem manutenção adequada. O município pode municipalizar a rodovia e arrumar todos os passeios em volta, tanto marginal direita como esquerda que acabam enfeiando a cidade. É necessário urbanização urgente para Pontal se desenvolver. A economia local do município precisa se desenvolver e sair da dependência de Paranagua pois a 28 anos foi emancipado, mas muita coisa ainda está a mercê deste!
Quem não conhece as famosas butucas (ou mutucas). Ela é popular no litoral, notadamente em Pontal do Paraná e, tenho por certo, que poucos não foram ‘picados’ ou ‘atormentados’ por elas. Mas, como sempre tem gente nova chegando no litoral, vale uma rápida alusão ao pequeno inseto alado, pouco maior que uma mosca doméstica, apreciador de sangue fresco, especialmente o humano, que obtém com uma ferroada ardida, doída que nem um beliscão. Isso sem considerar os efeitos imediatos: coceira intermitente, vermelhão e inchaço no local da picada. Aparecem no início de setembro. Intensamente, em outubro e novembro e desaparecem, misteriosamente, em meados dezembro. Primeiro as pequenas atacam no alto da cabeça, depois as maiores, de diversas espécies. Sugam os mamíferos, raramente as aves. Os machos alimentam-se de néctar e pólen das flores e as fêmeas de sangue, pois após a copula precisam de proteína animal para maturar os ovos. Com a primavera antecipada estão chegando ...
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